A maior parte das empresas não sofre por falta de software — sofre porque tem software demais, sem conversa entre eles. Integração de sistemas é o trabalho de ligar ERP, CRM, planilhas, e-mail, WhatsApp e portais externos por APIs, webhooks e rotinas de sincronização, para que o dado seja digitado uma vez só e apareça em todos os lugares certos.
Quando a tarefa exige julgamento, e não só transporte de dado, entram os agentes de IA. Diferente de um chatbot, um agente age: abre a fila de documentos, lê, valida contra a regra do negócio, lança no sistema e avisa o responsável. Diferente de uma automação fixa, lida com a exceção — o caso que não estava no fluxograma. Cada execução fica registrada em log, o que torna o processo auditável.
Para produtos com regra complexa, o Configurador de Produtos resolve por outro caminho: um motor low-code onde a própria equipe de negócio cadastra regras, cálculos e validações, com versionamento e APIs geradas automaticamente. É determinístico por definição — sem IA, sem variação, com cada resultado rastreável até a regra que o gerou.
Também atuamos onde a raiz do problema é a base: modernização de sistemas legados, decomposição de monólitos, migração para nuvem e arquitetura serverless. E quando o que falta é o produto em si, construímos do zero — foi assim que nasceram a Inteligenda, que lê documentos por IA, o Secretaria Social, para clubes e associações, e o Evolui ONG, para o terceiro setor.
Toda arquitetura é desenhada sob a LGPD desde o início, com deploy on-premise ou em nuvem privada quando o dado não pode sair da sua infraestrutura. O que entregamos pertence à sua empresa: sem vendor lock-in, sem dependência de plataforma de terceiros. E começa sempre pelo diagnóstico, para que o investimento seja decidido com número, não com promessa.